«Não me interessa que sejam nada mas
felizes. Educo-os para a felicidade. Educo-lhes o coração para a bondade,
porque sei que quem é bondoso é feliz. Quero que aprendam a refugiar-se nas
horas felizes quando passarem pelas infelicidades da vida. Quero que vejam a
luz brilhante quando tudo e todos lhes disserem que é noite cerrada. Não me faz
diferença se querem ser médicos ou engomadores, domadores de leões ou
engenheiros civis. Não me interessa se querem pôr um piercing na sobrancelha (depois dos 18 anos!),
ou serem veganos. Interessa-me que sejam felizes com as suas escolhas, e que as
façam por si mesmos, seguros de si mesmos. Que assumam as suas escolhas e que
saibam viver com as consequências das mesmas. Não os preparo para a perfeição-
não acredito nela- preparo-os para serem o melhor que conseguirem ser.
Preparo-os para acreditarem no amor e naquilo que ele consegue fazer.
Preparo-os para acreditarem no bem que existe em cada um de nós. Se eles
acreditarem nesse bem, vão concerteza querer cultivá-lo por onde passarem.» | pais com P grande |
Estás quase a fazer vinte anos, filha. Nasceste na noite de um dos maiores eclipses lunares da década de noventa. A lua escondeu-se para que tu aparecesses. Tornaste-te a nossa linda lua e, talvez por isso, continuas lunar, por vezes. Mas a tua cor de pele, os teus olhos e o teu sorriso não enganam! Tens, igualmente, um sol bem quente dentro de ti! Acontece - acontece - que vais fazer vinte anos! E vais ter (ainda) de te fazer, verdadeiramente, mulher! Sabes bem que respeitamos tudo o que tu tens decidido ser. Também sabes que a nossa única aspiração para ti é que te tornes uma mulher feliz. Que sejas livre para escolher e que nessa liberdade amadureçam as tuas escolhas. Que saibas festejá-las ou fazer-lhes o luto quando necessário. Uma mulher que saiba curar os danos e vê-los como aprendizagens (...) Uma mulher que se respeite-sempre, muito- e se dê ao respeito-sempre, muito. (...) Sabes que não me interessa a profissão ou a cor da pele do teu namorado, quero apenas qu...
Sim, tens razão. Bondade e felicidade andam de mãos dadas.
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