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As camélias e a casa da poesia...

A poesia gosta de acordar cedo / para ouvir os pássaros a cantar/ e os rios a correr/ e os sonhos a acordar / dentro da cabeça / de quem não os quer deixar morrer

A poesia tem uma casa / que não é grande nem pequena / pois tem sempre o tamanho / que tem cada  poema  

"A Casa da Poesia", de José Jorge Letria,  foi o ultimo livro que o Duarte escolheu para trazer da Biblioteca da Escola. Começa agora a perceber, que a poesia é assim como a música. Podemos encontrá-la em todo o lado. 

Hoje, encontramo-la neste livro, mas também no passeio por Monchique, nas camélias (e magnólias!), nos caminhos (alguns íngremes), no ventinho fresco e cortante da manhã na serra. Na amizade de quem nos acompanhou.  No chá e nos scones à monchiquense, com geleia de medronho. Encontramos a poesia naquele bonito comboio azul, carregadinho até mais não, de pessoas  com vontade de ver flores!  

Na nossa casa da poesia,  é benvinda toda a emoção que vier por bem! E se essa emoção for misturada com camélias, ainda melhor!   

 

Comentários

  1. Ter amigos assim é fabuloso e partilhar com eles os momentos de descontração e convívio é ainda melhor.
    E ter uma amiga que encerra os convívios com poesia e imagens é muito melhor.

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