Gosto da magia desta parte da cidade.
Gosto das ruas que se construíram com o passar do tempo, ao ritmo das vidas e
costumes de quem as habita. Gosto dos detalhes que contam histórias de gente comum e genuína. Gosto da diversidade dos mundos das pessoas da beira-rio. Gosto do encontro entre as casas velhas e desbotadas e a avenida ribeirinha. É aqui mesmo que a cidade encontra o rio. E é um encontro que lhe fica bem.
Estás quase a fazer vinte anos, filha. Nasceste na noite de um dos maiores eclipses lunares da década de noventa. A lua escondeu-se para que tu aparecesses. Tornaste-te a nossa linda lua e, talvez por isso, continuas lunar, por vezes. Mas a tua cor de pele, os teus olhos e o teu sorriso não enganam! Tens, igualmente, um sol bem quente dentro de ti! Acontece - acontece - que vais fazer vinte anos! E vais ter (ainda) de te fazer, verdadeiramente, mulher! Sabes bem que respeitamos tudo o que tu tens decidido ser. Também sabes que a nossa única aspiração para ti é que te tornes uma mulher feliz. Que sejas livre para escolher e que nessa liberdade amadureçam as tuas escolhas. Que saibas festejá-las ou fazer-lhes o luto quando necessário. Uma mulher que saiba curar os danos e vê-los como aprendizagens (...) Uma mulher que se respeite-sempre, muito- e se dê ao respeito-sempre, muito. (...) Sabes que não me interessa a profissão ou a cor da pele do teu namorado, quero apenas qu...
Eh pá! O D. Duarte tem queda para a fotografia!
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